A história do Cristianismo começa em plena expansão do Império Romano, com o profeta chamado Jesus e geralmente é contado pelos Evangelhos – pois outras fontes são escassas – e, segundo eles, Jesus foi batizado aos 30 anos, pelas mãos de João Batista.
Foi daí que começou a pregar a igualdade entre os homens, o perdão e o amor ao próximo. As autoridades religiosas judaicas não aceitaram Jesus como o Messias e sequer aceitaram o fato de que um homem de origem humilde pregasse alguma religião.
Apesar da mensagem propagada por Jesus, sua trajetória culminou na sua crucificação, evento que marcou profundamente o movimento nascente e é lembrado até os dias de hoje como um dos momentos mais importantes de toda a religião cristã no mundo.
Com a morte do seu profeta-líder, o cristianismo continuou a se expandir mesmo assim, impulsionado pela missão deixada aos apóstolos de difundir seus ensinamentos pelo mundo.
A mensagem cristã encontrou espaço especialmente entre as camadas sociais mais populares, o que contribuiu para o crescimento progressivo da nova fé – exatamente o que acontece nos dias de hoje.
Mesmo com esse avanço, o movimento permaneceu alvo de desconfiança e hostilidade no Império Romano, o que resultou na perseguição sistemática de seus seguidores durante os primeiros séculos.
Em Roma, só foi aceita após o ano de 313, quando o imperador Constantino se converteu à religião e concedeu liberdade de culto ao povo, que antes escondia-se em catacumbas para as reuniões. Essa decisão de Constantino ajudou a doutrina a espalhar-se por todo o império.

Os rachas na religião
Algumas situações históricas acabaram dividindo o Cristianismo em “subdivisões”. As principais são as católicas, protestantes e ortodoxas.
- Ortodoxos: Em 1054, o patriarca de Constantinopla , Miguel Keroularios, rompeu com o papa, separando as compras ortodoxas do Cristianismo.
- Protestantes: Em 1517, o teólogo alemão Martinho Lutero (membro da ordem religiosa dos Agostinianos), não concordando com alguns trajes do Cristianismo, fundou a Igreja Luterana, abolindo alguns trajes como: reconhecimento da autoridade papal, culto aos santos, confissão obrigatória e celibato dos padres e religiosos.
- Além disso, após a Reforma Protestante, muitas igrejas cristãs surgiram, cada uma com sua interpretação diferente do que está na Bíblia, com seus costumes e características próprias.
Assim como o Cristianismo tem sua história de formação e expansão, outras religiões surgiram no Brasil com processos próprios de consolidação, como é o caso da Umbanda.
Sobre o Cristianismo
- Tem aproximadamente 2,13 bilhões de seguidores/adeptos no mundo, isso significa mais de 33% da população mundial.
- É uma religião que predomina na Europa, América, Oceania, grande parte da África e partes da Ásia.
- A maioria dos cristãos defende um Deus trino, formado por três pessoas unidas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo.
- Os católicos têm como um dos seus maiores símbolos o papa, que atualmente tentam expandir a doutrina da fé cristã.
- Também se dedicam ao ecumenismo (processo de busca pela unidade das igrejas cristãs), diálogos inter-religiosos, trabalhos de caridade e defesa dos direitos humanos.
Atualizado por último em: 20/11/2025 às 12:44
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