Coreia do Sul: resumo, economia e curiosidades do tigre asiático
A Coreia do Sul é um país localizado na Ásia. Esse pequeno país saiu da extrema pobreza pós-guerra para se tornar uma das maiores potências econômicas globais.
Hoje, é impossível passar um dia sem consumir algo sul-coreano, seja o celular da Samsung, o carro da Hyundai ou a música do BTS.
Neste artigo, o Toda Disciplina explica como esse “Tigre Asiático” se transformou no gigante que conhecemos hoje.
Dados Gerais da Coreia do Sul
| Característica | Informação |
| Capital | Seul |
| Gentílico | Sul-coreano |
| População | Aprox. 51 milhões |
| Idioma | Coreano |
| Moeda | Won sul-coreano (KRW) |
| Governo | República Presidencialista |
| Continente | Ásia (Extremo Oriente) |
História
A história começa igual à do vizinho: divisão em 1945 e a sangrenta Guerra da Coreia (1950-1953).
Quando a guerra “pausou”, a Coreia do Sul estava destruída. Era um dos países mais pobres do mundo, com uma economia baseada em agricultura e dependente de ajuda externa.
A virada de chave começou nos anos 60 e 70. O governo investiu pesadamente em Educação e industrialização voltada para exportação.
Esse crescimento acelerado e impressionante ficou conhecido mundialmente como o “Milagre do Rio Han” (o rio que corta a capital, Seul).
Diferente do c, o Sul passou por um processo de democratização nos anos 80, saindo de ditaduras militares para se tornar uma democracia moderna e consolidada.
Economia: o poder dos chaebols
Você com certeza conhece marcas como Samsung, LG, Hyundai e Kia.
Na Coreia do Sul, essas empresas são chamadas de Chaebols. São gigantescos conglomerados familiares que receberam apoio do governo no passado para impulsionar a economia.
Hoje, a Coreia do Sul é um dos Tigres Asiáticos (junto com Taiwan, Hong Kong e Singapura). Sua economia é baseada em:
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Alta Tecnologia: Líder mundial em semicondutores, smartphones e telas.
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Indústria Automobilística: Um dos maiores exportadores de carros do mundo.
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Indústria Naval: Constrói os maiores navios do planeta.
Cultura: a onda hallyu (k-pop e doramas)
Nas últimas duas décadas, a Coreia do Sul descobriu que cultura também é dinheiro e poder. É o chamado Soft Power (Poder Suave).
O fenômeno é conhecido como Hallyu (Onda Coreana) e invadiu o ocidente:
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K-Pop: Grupos como BTS e Blackpink lotam estádios no Brasil e nos EUA, movimentando bilhões de dólares.
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K-Drama (Doramas): As novelas coreanas viraram febre na Netflix, com suas produções conhecidas em todo o mundo.
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Cinema: O filme Parasita fez história ao ser o primeiro filme não-inglês a ganhar o Oscar de Melhor Filme.
Isso não é sorte, é estratégia. O governo sul-coreano investe dinheiro público na exportação de sua cultura para atrair turistas e melhorar a imagem do país.
Sociedade e curiosidades
Nem tudo são flores. O crescimento rápido trouxe desafios sociais intensos:
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A Pressão Educacional: O vestibular coreano, chamado Suneung, é um evento nacional. No dia da prova, o país praticamente para: o comércio abre mais tarde, aviões são proibidos de decolar durante a prova de audição e a polícia dá carona para estudantes atrasados. É a data mais estressante da vida de um jovem coreano.
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Capital da Cirurgia Plástica: A busca pela “perfeição” estética é intensa. A Coreia do Sul tem uma das maiores taxas de cirurgias plásticas per capita do mundo. Ganhar uma cirurgia de presente de formatura é comum.
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Idade Coreana: Até pouco tempo atrás, os coreanos já nasciam com 1 ano de idade (contando o tempo na barriga) e todos ficavam mais velhos na virada do ano, não no aniversário. (Nota: Uma lei recente tentou padronizar com o sistema internacional, mas o costume cultural permanece).
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